Envie seu depoimento

Para promover a reflexão e o debate acerca das políticas educacionais e práticas educativas das diferentes realidades da América Latina, a página Vozes da Educação abre espaço para educadores/as latino-americanos/as para divulgação de depoimentos em imagens, áudios ou textos.

As pessoas interessadas em participar das discussões podem encaminhar análises e/ou relatar experiências sobre o que é ser professor em sua cidade, estado ou país, colocando em debate as vivências cotidianas de diferentes realidades. Todo conteúdo terá tradução do português para o espanhol e vice-versa.

Já estão disponíveis depoimentos de professoras de El Rosal (Colômbia), Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo (Brasil). Veja todos os vídeos no canal www.youtube.com/vozesdaeducacao.

 

A rede tem por objetivos valorizar e promover a participação de educadores e educadoras na análise, formulação e execução de políticas educacionais e práticas educativas; enriquecer e pluralizar o debate sobre a educação pública e a condição docente; e contribuir para qualificar a demanda social por direito humano à educação como um bem público.

Além da disponibilização de depoimentos, serão propostos temas para debates, a cada 15 dias, para que educadores(as) de diferentes localidades possam realizar análises a partir de uma perspectiva comparada. Já está disponível na página o primeiro tópico de debate: a adoção, por Buenos Aires, da avaliação de desempenho para docentes. O texto publicado apresenta uma proposta de política educacional que perpassa a realidade de educadores/as de diferentes países.

Participe!

Instituições e educadores/as podem participar da rede de diferentes maneiras: divulgando sua existência; participando das discussões presenciais ou virtuais; elaborando notícias e compartilhando estudos, investigações e outros documentos; promovendo debates em suas comunidades e países; e decidindo as estratégias, as formas de funcionamento e os focos prioritários da articulação.

Dentre os temas prioritários para debate, podem-se destacar questões referentes à valorização dos docentes (sistemas de avaliação/bonificação e incentivos, ingresso e progressão na carreira, formação inicial e continuada, o papel do docente, condições de trabalho, formas de contato e remuneração, rotatividade e absenteísmo, entre outros); concepções pedagógicas (os paradigmas do ensino, relação docentes-família, relação entre a aprendizagem e a afetividade/cuidado); e a abordagem da educação como bem público (a relação entre o público e o privado, a educação como direito humano e o financiamento necessário para uma educação pública de qualidade).

Envie seu depoimento para vozesdaeducacao@acaoeducativa.org ou ligue para (11) 3151-2333 ramal 170 para obter ajuda ou mais informações

12 Comments

  1. Publicado dia 15/11/2011 as 11:29:45 | Permalink

    Olá!

    Recomendo o blog do Web Currículo da PUC-SP a todos e todas que têm interesse nas discussões sobre TIC, CURRÍCULO E EDUCAÇÃO.

    Visitem: http://webcurriculo.wordpress.com/

    Att,
    Jayson Magno
    Pesquisador do Grupo Web Currículo da PUC-SP

  2. Wéltima Cunha
    Publicado dia 18/11/2011 as 11:08:49 | Permalink

    Prezados

    Quando iremos dialogar sobre a saúde do ocupacionar do professor?

  3. Wéltima Cunha
    Publicado dia 18/11/2011 as 11:09:57 | Permalink

    Errata

    saúde ocupacional

  4. Publicado dia 21/11/2011 as 2:49:32 | Permalink

    Olá, sou do Rio Grande do Sul e recomendo aos professores de alfabetização a visita a este blog:
    http://nossaturma1nanet.blogspot.com

  5. Publicado dia 01/01/2012 as 6:59:15 | Permalink

    Olá,

    Segue sugestão para educadores que desejam continuar formação.

    http://www.educoea.org/
    Professora do Ensino Fundamental e Médio/ Salvador-Bahia-Brasil

  6. Rivanda Lima
    Publicado dia 24/01/2012 as 8:32:36 | Permalink

    Quando o professor vai ser realmente valorizado?

  7. Publicado dia 14/02/2012 as 12:26:26 | Permalink

    Parabéns pelo trabalho realizado pela Voz da Educação, que contribui para a valorização da categoria dos profissionais da educação pública.
    Abs,
    João Batista

  8. patricia almeida
    Publicado dia 31/05/2012 as 4:59:07 | Permalink

    pq as escolas particulares não estão preparadas para atender a demanda de alunos com ,discauculia, défcit de atenção, dislexia …é um descaso muito grande eu posso falar de experiencia própria que tenho um filho de 15 anos na 8 série – nono ano ,no último ano do ensino fundamental e ele tem discauculia nossa é uma luta diária para fazer a escola e principalmente professores que são totalmente despreparados , sem um pingo de compreensão com estes alunos de inclusão … parece que a inclusão para ser aceita o aluno precisa, ser um aluno cego, ou que não escuta ai sim as escolas particulares fazem todo o apoio e com os alunos de inclusão de outras formas não são considerados …

  9. Publicado dia 09/08/2012 as 10:51:15 | Permalink

    otimo site, para divulgar ideias e experiencias, parabens!

  10. Maria de lourdes
    Publicado dia 13/01/2013 as 11:53:01 | Permalink

    Tema: “professor readaptado”,não possui debate e investigação em sua realidade educacional. É deprimente como as politicas públicas cegam a esta situação, e não promovem programas ou projetos que possam incluir o professor que precisa estar nesta nesta situação, ou reabilitar e evitar esta situação.

    Olá, sou uma ex-professora readaptada, e pesquisadora deste assunto. Recebo muitos depoimentos de professores nesta situação, relato abaixo um exemplo deste depoimento. Como professora readaptada durante (07) anos, “senti na pele” o que é estar nesta situação. Situação que promove a perda da identidade pedagógica do sujeito professor, e contribui de forma negativa para a qualidade da educação.

    “Sou readaptada numa escola rural perto da minha casa desde o começo de 2000. Nesse período, passaram nessa escola, dezesseis diretores diferentes. No período de 3 anos, três coordenadoras diferentes. Nossa escola, devido o fato de ser considerada com difícil acesso, sempre sobrou para quem não tinha outra opção de escolha. Nesse últimos três anos, tenho presenciado muitas mudanças dentro da escola em vários sentidos: financeiros, profissionais , administrativos, etc. Sou do tempo em que não existiam funcionários para quase nada, e eu, precisava fazer de tudo. Trabalhava dentro da secretaria executando várias rotinas, inclusive indo às reuniões na Diretoria de ensino como Coordenadora pedagógica, precisava de um representante, e lá ia eu. Nas publicações do diário oficial constam. Fiz tarefas das mais diversas, oficial, inspetora, secretária, coordenadora, bibliotecária, cozinheira, merendeira, até banheiro já lavei por falta de funcionários. Também por inúmeras vezes, já dobrei o período. Sempre que tinha festividade na escola, trabalhei o período todo devido o fato de confeccionar todos tipos de enfeites e decorar a escola para qualquer tipo de evento. Faço roupas para peças infantis, becas para formaturas, tenho facilidades de modo geral para lidar com várias situações envolvendo o público de modo geral. Arrecado benefícios, monto projetos pedagógicos, ensaio as crianças para apresentações, sei fazer vários trabalhos artesanais e sei cantar também. Os dons descritos, deveriam ser motivos atualmente de muitas felicidades para mim como também para quem precisasse fazer uma somatória deles para o enriquecimento escolar. No entanto, não é bem isso que acontece. As pessoas que estão sempre chegando, não valorizam, por desconhecimento talvez, pois a escola praticamente não tem memória devido às mudanças de todas naturezas. A única funcionária mais velha sou eu . Os demais têm: Quatro, três, dois e assim abaixo. Somando o total entre professores e todos funcionários de modo geral, dá 23 pessoas que mudam constantemente. Sinto-me por várias vezes muito discriminada, excluída, ofendida subestimada, mal interpretada, e por várias vezes, dependendo de quem estava na direção, jogada totalmente para o nada. Já passei um ano totalmente ociosa, indo apenas assinar o livro de ponto e ficava perambulando pela escola sem nada para fazer devido o fato da diretora não gostar de mim. Sem contar das várias vezes das indiretas que ouvia, e ainda escuto que me magoam muito. Os preconceitos são inúmeros. Muitas vezes, relevo, senão enlouqueço. O atual diretor, com muito receio me inclui dentro do projeto da escola, porém, com muito receio para não gerar vários tipos de situações inclusive de ciúmes. A atual coordenadora, também me inclui quase como me fazendo um grande favor, porém eu, muitas vezes tenho que criar algum projeto ou confeccionar alguma coisa e esconder que fui eu para não haver retalhações. Não é fácil viver sempre com um sentimento desse dentro de si e tentar estar sempre se superando e entender o outro lado. Tenho 56 anos. Dia primeiro de Junho já completo 26 anos no Estado-educação.Já pedi várias vezes para cessar minha readaptação. Fui readaptada devido problemas de tendinite. Hoje estou bem melhor. Posso aguardar a aposentadoria dentro da sala de aula e adquirir de volta o respeito dos outros e também minha auto estima que tenta derrubar e eu com teimosia, caio e sempre dou mais um jeito de dar à volta por cima e me levantar! Ainda não desisti”.

  11. Maria de Lourdes
    Publicado dia 12/04/2013 as 9:37:48 | Permalink

    Mais noticias sobre processo de readaptação do professor da rede Estadual de S.P…..

    Aconteendo na rede…

    “Prezados Srs.,

    Em virtude do Decreto nº 58.032, de 10 de maio de 2012, com nova
    redação dada pelo Decreto nº 58.973, de 18 de março de 2013, que
    institui o Programa de Inspeções Médicas, as Diretorias de Ensino e
    Unidades Escolares receberão, a partir de 1º de abril de 2013, a
    visita dos Agentes de Readaptação (Analista Técnico de Readaptação).
    De acordo com a resolução SE nº 1, de 14 de janeiro de 2013, o Agente
    de Readaptação integrará o Comitê de Apoio ao Servidor – CAS e será
    responsável pelo acompanhamento do processo de readaptação.
    Os profissionais, contratados pela Fundação Faculdade de Medicina –
    FFM, deverão no momento das visitas se identificar apresentando crachá
    da FFM e ofício emitido pela CGRH.
    Na oportunidade, solicitamos aos Senhores Dirigentes Regionais de
    Ensino o acesso aos Processos de Readaptação dos servidores sob sua
    jurisdição, assim como espaço físico para elaboração de relatório nas
    Diretorias de Ensino que não possuem Unidade Pericial e também a
    comunicação aos Diretores das Unidades Escolares sobre o assunto.
    Considerando a cordialidade dos Dirigentes Regionais de Ensino,
    agradecemos o acolhimento”.

  12. Publicado dia 25/04/2013 as 8:36:37 | Permalink

    Saudações,

    Aproveito a mobilização mundial proporcionada pela SAM, Semana de Ação Mundial, para repudiar a situação de precariedade da Educação Pública da cidade de Salvador. Farei um breve relato sobre o que está ocorrendo e que pelo visto, não existe interesse em mudança por parte da Secretaria Municipal de Educação, SMED.
    Em 17 de agosto de 2010 foi publicado pela Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag) o edital do concurso público para a Secretaria Municipal
    de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) . Atualmente a Seplag adota a sigla SEMGE e a Secult, SMED, usarei estas siglas no restante do texto.

    O edital N.º 01/2010, previa 1825 vagas para Coordenador Pedagógico e professor de disciplinas diversas. A homologação deste ocorreu em fevereiro de 2011, a partir desta data iniciou-se o processo amargurante para nós aprovados(as). No ano da homologação algumas convocações foram realizadas, entre o processo de convocação e nomeação muitas pessoas sofreram com o descaso de ambas as Secretarias por 5 meses ou mais.

    Em 2012, em caráter emergencial 1000 estagiários (as) ocuparam nossas vagas sem a supervisão de professores (as) regentes, um número não divulgado de professores (as) temporários (as) ocupou outra fração das vagas que pela legalidade são nossas. Destaco que segundo o artigo 67 da LDB, o ingresso de professores (as) só pode se dar, exclusivamente, por concurso público de provas e títulos. Nesse mesmo ano foram convocadas apenas profissionais das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática sem que ambas as pastas nos indicasse qual o critério usado para essas convocações, visto que a demanda do Edital ainda não havia sido suprida.

    O próprio Secretário de Educação assumiu em entrevista, em set/2011, que nomearia até abril/2012 1.600 profissionais, o que até hoje não ocorreu, apenas 48% das vagas foram ocupadas. Em fev/2013, durante audiência pública promovida pela Comissão de Educação da Câmara, um representante da Secretaria Municipal de Educação (SMED) reconheceu que a SMED ainda não corrigiu o problema que foi denunciado desde o ano passado, em outra audiência pública realizada em 21/03/2012.

    Esta semana, dia 23/04/13, realizamos um ato público na Praça da Cruz Caída, Centro Histórico de Salvador em associação com a APLB SINDICATO filiado a CNTE, exigindo da SMED explicações para tal morosidade. Para nossa surpresa, a máquina pública ao invés de nos convidar para um diálogo visando à criação de um cronograma de convocações, nos desrespeitou anunciando em 24/04/13 durante reunião entre o Secretário João Carlos Bacelar e a Comissão de Educação da CMS que realizará contratação de professores através do REGIME ESPECIAL DE DIREITO ADMINISTRATIVO, REDA. A notícia está disponível em: http://www.cms.ba.gov.br/noticia_int.aspx?id=5664.

    Estou enviando um e-mail com o histórico de nossa mobilização, não tenho como disponibilizar tudo aqui.

    Peço que não observem os erros e a falta de concordância caso exista, afinal não estou em condições psicológicas para redigir um texto após toda essa amargura, é com lágrimas nos olhos que eu suplico ajuda.

    Essas informações podem ser confirmadas pela Ouvidoria da Câmara Municipal de Salvador, Tels:(71)3320-0113/252.

    Agradeço pela leitura e espero um retorno.
    http://www.cms.ba.gov.br/noticia_int.aspx?id=5664
    http://www.cms.ba.gov.br

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